domingo, 25 de maio de 2014

continuação do ácido nucléico em autista

O autismo é comum em diversas outras síndromes genéticas, complicando ainda mais seu estudo. Por exemplo, 25% dos pacientes com a síndrome do X-frágil são autistas e quase 100% dos pacientes com a síndrome de Rett apresentam níveis variados de autismo.

Essa forma sindrômica de autismo tem uma causa genética bem definida, mutações no gene chamado MeCP2. Esse gene tem a capacidade de se associar à fita de DNA e regular a atividade de outros genes.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Ácidos nucléicos em pessoas autistas

O autismo é considerado por muitos cientistas um defeito na comunicação entre as células nervosas – essa comunicação é conhecida como sinapse. Defeitos nas sinapses costumam levar a conexões nervosas erradas, contribuindo para o comportamento autista.

Sinapses são estruturas altamente complexas, resultantes da interação de diversas proteínas e ácidos nucleicos, gerados a partir da atividade de algumas centenas de genes ativados nos neurônios. Infelizmente, o autismo clássico não parece ser resultado de um ou dois genes defectivos, o que favoreceria encontrar formas químicas de intervenção. Na verdade, estudos genéticos recentes têm confirmado que seriam algumas dezenas de genes – centenas, em alguns pacientes – que não estariam funcionando normalmente. Essa complexidade genética é um grande obstáculo na busca de tratamentos.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

E mais estudos de Eletroforese com Ácidos Nucleicos!!!

ELETROFORESE EM SISTEMA CAPILAR



           Durante décadas, a eletroforese em gel de poliacrilamida ou agarose foi
intensamente utilizada como uma das ferramentas mais importantes dos laboratórios
de biotecnologia e bioquímica para a análise de macromoléculas. Nos últimos anos,
porém, a eletroforese capilar tem apresentado vantagens em relação à técnica de
eletroforese em placas. Para a análise simultânea de amostras, instrumentos de
eletroforese capilar com arranjo de capilares são os mais utilizados. Existem
aparelhos que possuem desde um único capilar, até 384 capilares, possibilitando a
maximização do tempo necessário para as mais diferentes análises, desde detecção
de resíduos de explosivos e drogas, até testes de paternidade.
         A separação das macromoléculas é conduzida em tubos de dimensões de 15
a 100 µm de diâmetro interno, e 36 a 100 cm de comprimento, preenchidos com um
eletrólito. O uso do capilar fornece vantagens sobre as placas de gel devido às
razões geométricas, em que há uma elevada relação entre a área superficial e o
volume interno, permitindo a dissipação eficiente do calor gerado pela corrente
elétrica, e possibilitando a aplicação de campos elétricos elevados (100 a 500 V/cm), o que resulta em separações de alta eficiência, alto poder de resolução, e reduzido
tempo de análise.
       Em geral, um aparelho de eletroforese capilar básico consiste de uma fonte
de alta tensão, capilares (geralmente de sílica fundida), eletrodos (de platina,
normalmente), e um detector apropriado. A fonte de alta tensão é aplicada nos
eletrodos de platina situados nos reservatórios contendo uma solução eletrolítica
apropriada. As extremidades do capilar são imersas nos reservatórios da solução,
para completar o contato elétrico. As amostras normalmente são introduzidas no
capilar por métodos eletrocinéticos, nos quais uma diferença de potencial é
estabelecida entre o capilar e o recipiente que contém a amostra, durante um tempo
pré-determinado.
     O detector localiza-se em algum ponto do capilar, próximo ao reservatório de
saída.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

A NOVA GENÉTICA

As unidades químicas do RNA são como as do DNA, mas o RNA contém o nucleótido uracilo (U), em vez da timina (T). Ao contrário do DNA, de cadeia dupla, o RNA normalmente está sob a forma de uma cadeia simples. E os nucleótidos de RNA contêm moléculas do açúcar ribose, em vez de desoxirribose.
O RNA é bastante flexível, ao contrário do DNA, que é uma molécula em espiral rígida e muito estável. O RNA pode torcer-se numa grande variedade de formas tridimensionais complexas. O RNA é também instável visto que as células estão constantemente a degradá-lo e a produzi-lo de novo, enquanto que o DNA não é degradado frequentemente. A instabilidade do RNA faz com que as células alterem o seu padrão de síntese proteica muito rapidamente em resposta ao que se passa no seu ambiente.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Continuando com os estudos sobre Eletroforese...

               GEL DESNATURANTE PARA RNA.

Para analisar moléculas de RNA podem ser utilizados géis de agarose e
poliacrilamida, desnaturantes ou não. As propriedades desta eletroforese são
basicamente semelhantes às de eletroforese de DNA (Patel, 1994).
A qualidade das moléculas de RNA pode ser analisada em gel de agarose
normal, feito com tampão (TBE, TAE) com água DEPC ou em gel desnaturante.
Devido a interações intramoleculares, as moléculas de RNA podem dobrar-se,
alterando a estrutura secundária e afetando a migração das moléculas no gel. O gel
desnaturante soluciona este problema, pois sob condições desnaturantes as pontes
de hidrogênio são rompidas e o RNA migra como molécula de fita simples.
Isto permite avaliar com acurácia a qualidade e o peso molecular do RNA (Sambrook,
2002; Maseka, 2005).
Dentre os desnaturantes existentes, o mais poderoso, além de caro e
altamente tóxico é o hidróxido de metil mercúrio. Porém, o mais freqüentemente
utilizado é o formaldeído, mas pode haver variantes de géis utilizando tiocianato de
guanidina, formamida e DMSO. A utilização de cada um deles apresenta vantagens
e desvantagens de acordo com a escolha do tipo de gel, poliacrilamida ou agarose,
diferentes níveis de toxicidade e potencial de desnaturação (Patel, 1994).
Os géis polimerizados com formaldeído não coram satisfatoriamente as
amostras, de forma que o brometo de etidío deve ser colocado em cada amostra
individualmente, e não no gel, como comumente utilizado (Regitano, 2001).
Outro diferencial no gel desnaturante de agarose é a utilização de MOPS (3-
N-morfolino ácido propanosulfônico). O MOPS é um excelente tampão para
manutenção de sistemas biológicos em pH neutro. É muito utilizado em biologia
molecular e bioquímica.

Uma estudante de 15 anos a partir de Vancouver desenvolve um teste de HIV instante



Este trabalho foi considerado muito valioso para regiões como a alguns países da África , onde quase nenhum acesso às provas usadas hoje.



Estudante Nicole Ticea na York House School, em Vancouver, desenvolveu um sistema de teste de HIV usando a amplificação isotérmica de ácidos nucléicos.



De acordo com o Journal of Global News Vancouver, Ticea mostrou que seu teste pode identificar com apenas uma gota de sangue, depositado em um laboratório de chip, se alguém está infectadas com o vírus.





O adolescente disse que o desenvolvimento deste projeto levou muitas horas de experimentos de pesquisa e visitas a laboratórios científicos , e combinando-o com todo o seu trabalho escolar , esportes e atividades extracurriculares. No entanto , ele diz que todo o trabalho duro , e até mesmo desistir de sua vida social , vale a pena à luz dos resultados.



A equipe de Nicole admite que a prova ainda está longe de ser amplamente utilizado e precisa passar por um exame muito mais rigorosa antes de serem levados aos seus futuros parceiros .









                

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Continuando os Estudos com Eletroforese...

Para observar ácidos nucléicos em gel de agarose, deve-se corá-los e
submetê-los a uma luz ultravioleta. O corante mais comum é o brometo de etídeo,
que se intercala entre as bases do DNA (Ausubel, 1994).
Protocolo para análise de produtos de amplificação e fragmentos de
digestão em gel de agarose
gel 1% ® 0,3 g de agarose para 30 mL de gel, que deve ser preparado com
tampão Tris-Borato-EDTA 1X. Para isso, aplicar 5 ml de produto de amplificação
+ 1 ml de loading buffer.
gel 4% ® 1,2 g de agarose de baixo ponto de fusão para 30 mL de gel, que deve
ser preparado com tampão Tris-Borato-EDTA 1X. Utilizado para analisar o
resultado das digestões com enzimas de restrição. Aplicar todo o produto da
digestão (13 ml) + 2,6 ml de loading buffer.

1. Pesar a agarose
2. Colocá-la em um erlenmeyer contendo o volume necessário de tampão TBE 1X
3. Aquecer no forno de microondas até iniciar a ebulição (aproximadamente 30
segundos em potência média para um gel de 30 mL). Agitar o frasco e retornar
ao forno de microondas por mais alguns segundos
4. Aguardar a redução da temperatura para aproximadamente 60 
o C e adicionar
Brometo de Etídio, na quantidade indicada para cada gel
5. Verter no molde previamente nivelado e colocar os pentes
6. Após a solidificação, colocar o gel na cuba de eletroforese e cobrir com tampão
TBE 1X
7. Aplicar as amostras acrescidas de loading buffer e aplicar a corrente de acordo
com o tamanho do gel

O Brometo de etídio é um potente agente mutagênico. Utilizar luvas e máscara
para preparar a solução estoque e manipular os géis
A luz ultra-violeta produz queimaduras severas. Utilize máscara/óculos de
proteção adequados